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Lifting com fios ácido polilático: o mini (e soft)

Lifting com fios ácido polilático: o mini (e soft)

Lifting com fios ácido polilático: o mini (e soft)  – Com um anzol, um fio subcutâneo estica o rosto 

Quantas vezes você já se olhou no espelho e esticou a pele do rosto para dar uma levantada? Não é que você esteja exatamente caída, mas com um “up” sua aparência ficaria muito melhor. Só que você não quer ou tem medo de plástica. Como seria maravilhoso se houvesse um lift mais discreto, que tivesse o efeito de um pontinho para segurar a pele que cedeu, não? Bom, não é bem um pontinho. O procedimento foi recentemente liberado pela ANVISA para sua realização no Brasil.

Minimamente invasivo, é feito com a inserção de um fio entre a pele e a camada de gordura subcutânea, reposicionando e redefinindo contornos de pescoço e rosto – especialmente da mandíbula. Também levanta a sobrancelha, as bochechas – adeus, bigode chinês – e ainda dá uma turbinada de colágeno na pele. Além de mini-lift, o efeito é regenerador.

O conceito de sustentação de contornos estéticos com fios subcutâneos não é novidade. Nos anos 80, houve o hype dos fios de ouro, russo e búlgaro, que perderam a popularidade porque, além de serem definitivos, eram perceptíveis com tato, manchavam a pele e causavam problemas ao serem retirados em casos de inflamação. A grande característica do fio é ser composto por ácido polilático (PLA), um polímero completamente absorvível, e o que é melhor: além de puxar, ainda estimula intensamente a formação de um novo colágeno. A vantagem é dupla: primeiro estica com o fio; segundo: com a desintegração do fio, as partículas do PLA formam o colágeno que vai inibir a evolução da flacidez local, por isso o efeito é extremamente natural.

A colocação dura 40 minutos e é feita em consultório, com anestesia local e sem cortes. Pequenas perfurações são realizadas em pontos estratégicos do rosto com uma agulha romba que conduz o fio até a camada de gordura e o acomoda ao longo do tecido – o efeito é imediato e sem trauma. Os fios são tracionados na direção posterior e superior, seguindo os moldes usados para puxar a pele na cirurgia plástica. O procedimento não dói, a sensação é de como se um anzol estivesse puxando a pele, momentaneamente.

Sua contra-indicação é para quem tem a pele muito envelhecida, neste caso a opção é o lift cirúrgico; ou com excesso de gordura da mandíbula, que neste caso pode ser realizada uma microlipo na área, somente com anestesia local e, posteriormente, é feita a aplicação do fio.


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