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Conheça o MD Codes, e “levante” sua face

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Conheça o MD Codes, e “levante” sua face

Conheça o MD Codes, e “levante” sua face

Médico brasileiro cria técnica que promete substituir a plástica facial, o MD Codes

Eram 8h da manhã de um sábado quando a minha dermatologista, Alessandra Fraga, despejou um lote de informações sobre uma nova técnica que promete revolucionar os tratamentos para combater o envelhecimento facial.

Entendi seu entusiasmo, mas confesso que caí pra trás quando vi as fotos das pacientes tratadas:

Em meia hora, um rosto lisinho. E sem qualquer tipo de cirurgia. Infelizmente, eu não posso divulgar as fotos enviadas por ela, porque a legislação brasileira não permite.

Fui atrás de mais informações até que cheguei no médico brasileiro Mauricio de Maio, cirurgião plástico que, há mais de vinte anos, vem trabalhando no desenvolvimento dessa tecnologia. É o papa do preenchimento facial. Na prática, ele usa uma técnica que aplica ácido hialurônico no rosto da paciente. Muitos médicos já fazem isso no mundo todo, inclusive a minha dermatologista. E o que é tão inédito, então?

A grande inovação é ele conseguiu mapear com exatidão pontos específicos do rostos que, ao serem preenchidos com ácido hialurônico, resultam num efeito de lifting. É instantâneo, rápido como um rastilho de pólvora. Com o método, batizado de MD Codes (Códigos Médicos), os médicos conseguem avaliar o rosto por completo e cobrir as áreas das sobrancelhas, olheiras, linhas de marionete, bigode chinês, queixo, lábios, bochechas, pés de galinha e testa. Antes, era comum usar ácido hialurônico apenas no “bigode chinês”, por exemplo. Na parte superior do rosto, o mais usado é o “botox” (toxina botulínica).

Além disso, não tem risco de uma cirurgia e não exige toda aquela saga de recuperação, com repouso e coisa e tal. Quem tem tempo pra pós operatório? O paciente pode sair dali pra uma festa.

Ah sim: tem o preço, que é infinitamente menor. Uma aplicação pode custar entre R$ 4 mil a R$ 12 mil. E um lifting facial custa bem acima de R$ 20 mil. Os valores dependem de cada médico, claro. Vale ressaltar, no entanto, que a aplicação desse método dura menos tempo, algo com um a dois anos.

Mauricio de Maio conversou com a VEJA SÃO PAULO, de Taiwan, onde ficará até o final de julho. A seguir, trechos da nossa conversa:

Blog Vida Boa – Vi algumas imagens sobre a sua técnica e fiquei impressionada com o resultado. Esse método substitui o lifting (plástica facial) em alguns casos?

Sim, pode substituir, retardar ou complementar o lifting. Pode, inclusive, realizar correção de bolsas palpebrais, implante de queixo e nariz sem cirurgia. Esta abordagem fornece resultados cirúrgicos sem a necessidade de cirurgia em casos bem selecionados.

Blog Vida Boa –  É verdade que o paciente, em meia hora, está apto pra ter uma vida normal?

Sim, pode retornar imediatamente às atividades sociais e profissionais. Há casos de inchaço e hematomas, que podem ser cobertos com maquiagem.

Blog Vida Boa – Há alguma contraindicação? Qual?

O tratamento está contraindicado somente em caso de alergia ao ácido hialurônico, o que é raro. Deve-se evitar também o tratamento durante a gestação e lactação. Também não está indicado para pacientes com expectativas que não condizem com a realidade.

Blog Vida Boa – Quanto tempo levou pra desenvolver essa codificação?

Este estudo se iniciou há 20 anos. Em 2010, foram apresentados num congresso de Mônaco os primeiros códigos: “The 8-point lifting” (Lifting de 8 pontos). Em 2015, foi produzido um livro guia (traduzido para vários idiomas) com as diretrizes de utilização deste método e se iniciou “MD CodesTM tour” ao redor do mundo. Tratamentos ao vivo em pacientes foram realizadas em mais de 40 países e apresentados a cerca de 20 mil médicos.

Blog Vida Boa  – É patenteada?

O MD CodesTM possui marca registrada. Não existe patente para tratamentos médicos.

Blog Vida Boa – Quantos médicos no Brasil estão habilitados pra fazer o tratamento? É necessário fazer um curso?

Este método foi apresentado em um encontro científico recente no Brasil (em junho de 2016), para cerca de 500 médicos de todo o país. Pela objetividade do método, os códigos mais simples podem ser aplicados imediatamente na prática clínica. Para casos mais complexos, há necessidade de cursos específicos para domínio maior desta nova linguagem.

E aí gostaram?

Matéria publicada na Veja


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