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Silhouette Soft – Fios que Esticam

Silhouette Soft

Foto Reprodução

Saiba como funciona este método de “lifting sem cirurgia” Silhouette Soft

Pouco usados no Brasil, os fios de ácido polilático são uma das opções disponíveis para quem quer fugir de uma cirurgia mais invasiva. A técnica, desenvolvida em 1999, consiste em introduzir e ancorar uns fios debaixo da pele (derme) para produzir uma tração da pele que corrija a flacidez e as rugas profundas provocadas pela queda dos tecidos. Com o passar do tempo, os tecidos da face tendem a se deslocar para frente e para baixo e a missão do cirurgião é a de puxá-los para trás e para cima. Isto pode ser feito mediante reposicionamento de áreas como a cauda das sobrancelhas, as bochechas, o pescoço e o queixo (mento).

“Estes fios puxam a pele na mesma direção como se fizesse um lifting cirúrgico, com a diferença de que, depois, não se pode eliminar o tecido que sobra. Por isso, esta técnica só é recomendada para pessoas mais jovens e com a pele pouco envelhecidas, e que a flacidez não seja tão acentuada”, explica o dermatologista João Carlos Pereira, da Clínica Derm, de São José do Rio Preto.

Para um envelhecimento moderado

Antes de mais, é importante sublinhar que os fios faciais são recomendados apenas quando os sinais de envelhecimento são moderados. Trata-se de um procedimento temporal que pode ser útil durante uns anos e que pode funcionar bem quando a tensão exercida sobre os tecidos é pouca, ou seja, quando a flacidez da pele não é excessiva (uma vez que o tecido que sobra não pode ser eliminado). Evidente que não substituí um lifting cirúrgico, em termos de durabilidade. Isto porque, numa pele mais envelhecida, para substituir o lifting, seria necessário espalhar muitos fios pelo rosto, o que inviabilizaria a segurança e eficácia do procedimento. Contudo, se a pele apresentar uma flacidez leve e só for preciso mexer em zonas pontuais, os fios são, de fato, uma opção a ser considerada.

Em que idade se recomendam?

Não existe uma idade concreta para se submeter a este procedimento porque depende mais do estado da pele do que da idade que a pessoa tem e há pessoas que envelhecem muito mais tarde que outras.

Em que zonas se aplicam?

Os fios podem ser aplicados em qualquer área do rosto (seja em uma ou mais) que se pretenda elevar, com o objetivo de recuperar os traços juvenis perdidos. Para além da face, também estão já descritas outras aplicações noutras partes do corpo, sempre com a ideia de corrigir a queda dos tecidos.

Estas são as regiões da face que mais podem ser beneficiadas:

Cauda das sobrancelhas: Os fios conseguem levantá-la, o que produz um efeito rejuvenescedor na totalidade do olhar.

Bochechas: Recuperam o volume do osso malar e corrige os sulcos nasogenianos e mentogenianos (que vão do nariz à boca e da boca ao lado do queixo). Também conhecidos como bigode chinês.

Mandíbula: Redefine o rebordo, elimina a flacidez, muito comum nesta área a partir de determinadas idades.

Pescoço: Estica a pele, melhorando o aspecto das rugas mais visíveis.

Tipos de fios faciais

Existem diferentes tipos de técnicas de fios faciais que, em função da sua estrutura e composição, têm formas distintas de aplicação e indicações diferentes. Em termos de composição, os fios podem dividir-se em dois tipos:

Permanentes: São os mais antigos e são produzidos em polipropileno, um material de uso comum em suturas cirúrgicas, completamente compatíveis com o organismo e que não produzem nenhum tipo de rejeição. Eles não são reabsorvidos pelo organismo, daí porque são tidos como de efeito permanente. Recomenda-se quando existe uma maior flacidez.

Temporários: Surgiram em 2004, e são feitos em polidioxanona, uma mistura de ácido polilático e caprolatona, que é absorvida pelos tecidos em oito, dez meses. Ainda que o fio desapareça, a fibrose que se cria ao seu redor faz com que os resultados durem mais tempo. Este tipo de fios é recomendado para peles mais jovens.

Em termos de estrutura, existem os seguintes tipos de fios:
Fios dentados em duas direcções: São fios que realizam uma tração dos tecidos de forma autónoma porque a sua estrutura inclui uma espécie de dentes em ambos os lados. Como os dentes vão em direções contrárias em cada extremo, os tecidos ficam em forma de gancho. Só devem ser utilizados em peles com pouca flacidez.

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