Câncer de pele evite-o
Embora ainda estejamos na primavera, o verão já chegou. O sol brilha com intensidade e a temperatura atinge níveis quase insuportáveis.
O desejo de refrescar o corpo nas piscinas, praias, etc é quase incontrolável, mas cuidado. Proteja sua pele. Nada de tentar um bronzeado no primeiro dia de lazer. Você pode sair da piscina direto para as páginas dos jornais. Saiba que os raios ultravioletas são acumulativos e seus efeitos destrutivos permanecem e evoluem com a idade. Então lembre que o sol tomado na juventude vai mostrar seus efeitos no futuro. Primeiro, surgem alterações de textura da pele, rugas finas e manchas marrons. Depois as rugas profundas, pintas, verrugas, lesões que não cicatrizam e finalmente, o câncer de pele. Cuidados básicos como usar um filtro solar nas áreas expostas desde a infância, fugir dos horários de pico do sol, utilizar camisetas, camisas de manga longa, óculos escuros, bonés e chapéus para proteger a pele são fundamentais evitar o envelhecimento precoce e também os tumores cutâneos. Ocorre que muitos não tiveram essa informação no passado, ou então negligenciaram os cuidados. Hoje o comprometimento é visível, mas felizmente recuperáveis com a evolução da ciência. |
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Além do diagnóstico clínico realizado pelo dermatologista, um novo aparelho americano, chamado Visia, detecta e mapeia a pele em detalhes. O exame fica arquivado no sistema do aprelho para avaliações e comparações pós-tratamento.
A terapia fotodinâmica é o mais avançado tratamento para prevenir as lesões tumorais e reverter o envelhecimento provocado pelos raios ultravioletas. O tratamento não é uma novidade nos EUA, mas no Brasil inexiste há mais que dois anos. Utiliza um ácido chamado ALA (Acido Amino Levulinico), associado aos raios luminosos de um sistema computadorizado de Luz Intensa Pulsada (LIP), tipo laser ,chamado de Quantum. |
O ALA é aplicado e absorvido pela pele e depois flashes de Luz Intensa Pulsada são disparados sobre as regiões afetadas, provendo uma reação fotoquímica local. Uma verdadeira explosão nas células cutâneas comprometidas. Não há necessidade de nenhum tipo de anestesia e depois da aplicação pode haver desconforto na pele, calor local e inchaço discreto. O resultado é de significante melhora da saúde e dos aspectos estéticos da pele. O procedimento é realizado uma vez por mês num total de 4 sessões. A utilização de tratamentos orais e tópicos com antioxidantes e inumoestimulantes também fortalece o tecido cutâneo e ajudam a prevenir os riscos de câncer de pele. |
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Fonte:
Jornal Bom Dia - Carderno Especial Bom Dia RP
Artigo de Dr. João Carlos Pereira
Dermatologista e Cirurgião Dermatológico pela SBD
Membro da American Society of Cosmetic Surgery
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