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Problemas sexuais serão citados em bulas de remédios para a calvície

28 de abril de 2017

O laboratório farmacêutico Merck ampliará as bulas de dois medicamentos para o tratamento da calvície masculina e problemas na próstata para incluir os efeitos e problemas sexuais colaterais. As mudanças afetam os remédios Propecia e Proscar, depois que os resultados de testes clínicos mostraram efeitos colaterais que não haviam sido incluídos no momento da aprovação, informou o FDA (órgão americano que controla a área de alimentos e medicamentos). A nova bula dos remédios com o princípio ativo finasterida, um medicamento para tratar a calvície masculina, incluirá “transtornos da libido, transtornos da ejaculação e transtornos de orgasmo”, informou a FDA. Além disso, as duas marcas estão sendo revisadas para “incluir uma descrição dos relatórios de infertilidade masculina e/ou redução do sêmen, que normalizou ou melhorou depois de abandonar a droga”. A FDA destacou que, apesar de não terem sido estabelecidos vínculos claros entre a finasterida e efeitos sexuais adversos, os casos sugerem uma “gama mais ampla de efeitos contrários do que se informou previamente em pacientes que tomaram os medicamentos”. Os testes clínicos mostraram que 3,8% dos homens que tomaram medicamento com finasterida notificaram um ou mais efeitos sexuais colaterais, contra 2,1% dos que tomaram um placebo. “Propecia é geralmente bem tolerado e efetivo para

28 de abril de 2017

Ciência acredita estar perto de encontrar a cura para a calvície Segundo o especialista em transplante capilar, Dr. João Carlos Pereira, este é um estudo promissor que está mais direcionado às alopecias de origem autoimunes (alopecia areata, alopecia universales…). Contudo, o dermatologista acredita que ainda são necessários mais dados, em pesquisas futuras, sobre sua atuação na alopecia androgenetica (calvície). A perda de cabelo é um dos maiores dramas dos homens e das mulheres em todo o mundo, mas um estudo do Centro Médico da Universidade da Columbia, nos EUA, revela que a calvície pode ter os dias contados Uma equipe de investigadores do Centro Médico da Universidade da Columbia, nos Estados Unidos, descobriu aquele que pode ser o fim da calvície. Trata-se de um medicamento que estimula o crescimento de fios de cabelo em pessoas com alopecia, uma doença auto-imune que provoca a perda de cabelo e pelos. Como revela o Medical News Today, os pesquisadores norte-americanos conseguiram provar que o fármaco ‘ruxolitinib’ foi capaz de promover um “crescimento significativo de cabelo”. A conclusão surgiu após mais de três anos de estudo acerca do tema. Em 2013, a mesma equipe de cientistas já tinha realizado com sucesso alguns testes em ratos. Na época, os roedores apresentaram um crescimento de pelo na ordem dos 30%. Agora, e de u

28 de abril de 2017

O que é? A alopécia androgênica ou calvície masculina é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não sendo considerada uma doença. É a DHT (dihidrotestosterona) que age sobre os folículos pilosos com herança para a calvície e que inicia a redução progressiva destes. O resultado final deste processo é o afinamento dos fios de cabelo até a sua queda definitiva em forma de velus (penugem). Esse processo é chamado de miniaturização. Áreas calvas começam a surgir, podendo ser localizadas ou totais. Somente as laterais e a parte posterior da cabeça são preservadas pois os folículos destas áreas não têm a genética da calvície. Associado a este quadro o couro cabeludo também fica mais oleoso, chamado de seborréia. Por quê aparece? A herança genética pode vir da família paterna, materna ou ambas. Pode iniciar-se na puberdade ou aos 20 ou 30 anos. Tratamento: Quanto mais cedo a calvície é diagnosticada  e tratada, melhores são as possibilidades de preservar os cabelos. O ideal é procurar um dermatologista tricologista para o diagnóstico e início do tratamento o quanto antes que pode ser feito com medicações orais como Finasterida e tópicas como Minoxidil. Se a prevenção não for suficiente pode-se pensar em um transplante de cabelo. Para saber mais

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20 de dezembro de 2016

Conheça a tricopgmentação

A Micropigmentação (Tricopigmentação) Cosmética tem sido apontada como uma alternativa para a calvície insipiente. Trata-se de uma espécie de tatuagem feita no couro cabeludo, que esconde as áreas sem cabelo provocadas pela calvície. A tinta utilizada nesta técnica não é a mesma usada em tatuagens. Ela é mais suave e visa um resultado temporário. De acordo com o cirurgião capilar João Carlos Pereira: “a técnica é uma opção para quem não pode realizar o transplante capilar e deseja disfarçar a calvície localizada ou a rarefação dos fios. Ela não é indicada para áreas extensas sem cabelos. Ela é indicada para quem possui cicatrizes visíveis no couro cabeludo, devido a cirurgias cranianas, acidentes, ou transplante de cabelos anteriores na área doadora. Mas, é importante lembrar, que após alguns anos, a tinta utilizada na micropigmentação começa a despigmentar devido à ação dos raios ultravioletas do sol, quando chegará o momento de realizar novas sessões”, finaliza.